Os governos Temer e Bolsonaro não deram aumento real ao salário mínimo.
“O salário mínimo por conta do seu pai e do Teme que não aumentaram seria 900 reais.”
✗ Falso ou exageradodito também em BandA tabela do Dieese mostra ganho real do salário mínimo de -0,10% em jan/2017 e -0,25% em jan/2018 (Temer), e de +1,14% em jan/2019, -0,36% em jan/2020, +0,39% em fev/2020, +0,01% em jan/2021 e +0,02% em jan/2022 (Bolsonaro). Segundo o Dieese, a política de valorização vigorou até 2019, e de 2020 a 2022 o piso só acompanhou a inflação. A afirmação vale para Temer, mas não para todo o governo Bolsonaro, que teve aumento real em 2019.
Fontes: Salário mínimo de R$ 1.518,00 em 2025 (nota técnica 283) (Dieese)
Como checamos
Selecionamos as frases dos candidatos que dá para conferir com dado público (a mediação fica de fora). Cada uma recebe um de cinco vereditos: verdadeiro (a afirmação central se confirma nas fontes); falso ou exagerado (é desmentida pelas fontes, ou o número central foi inflado); não comprovado (não há evidência pública que confirme nem desminta, ou é acusação sem registro); pendente ou condicionado (promessa que ainda não existe e depende de Congresso, custo ou detalhe); situação identificada (a promessa já existe, ou a acusação tem investigação, denúncia ou condenação). A afirmação é checada no sentido em que foi dita: "a criminalidade explodiu" olha o crime em geral, não só um indicador.
Toda checagem cita as fontes, com a data de acesso, e diz o que o outro lado responde quando há resposta. O trecho entre aspas é o da transcrição automática, com os erros dela; a frase acima dele é a versão limpa da afirmação. Quando uma checagem é corrigida, a data de atualização muda.
O placar separa fatos e dados, promessas e acusações, e o percentual é dentro de cada bloco: promessa não tem como ser "verdadeira", então misturar tudo puniria quem promete mais. O placar só conta vereditos. Não é nota do debate: a seleção cobre só frases verificáveis.