Como checamos
Selecionamos as frases dos candidatos que dá para conferir com dado público (a mediação fica de fora). Cada uma recebe um de cinco vereditos: verdadeiro (a afirmação central se confirma nas fontes); falso ou exagerado (é desmentida pelas fontes, ou o número central foi inflado); não comprovado (não há evidência pública que confirme nem desminta, ou é acusação sem registro); pendente ou condicionado (promessa que ainda não existe e depende de Congresso, custo ou detalhe); situação identificada (a promessa já existe, ou a acusação tem investigação, denúncia ou condenação). A afirmação é checada no sentido em que foi dita: "a criminalidade explodiu" olha o crime em geral, não só um indicador.
Toda checagem cita as fontes, com a data de acesso, e diz o que o outro lado responde quando há resposta. O trecho entre aspas é o da transcrição automática, com os erros dela; a frase acima dele é a versão limpa da afirmação. Quando uma checagem é corrigida, a data de atualização muda.
O placar separa fatos e dados, promessas e acusações, e o percentual é dentro de cada bloco: promessa não tem como ser "verdadeira", então misturar tudo puniria quem promete mais. O placar só conta vereditos. Não é nota do debate: a seleção cobre só frases verificáveis.