Nenhum governo expandiu tanto o crédito quanto o governo Lula.
“ninguém em nenhum momento da história fez mais crédito do que nós fizemos”
? Não comprovadoNa série do Banco Central (crédito do SFN em % do PIB, desde 2000), a maior alta foi em 2003–2010, nos dois primeiros mandatos de Lula: de 25,8% para 44,1% (+18,3 p.p.), à frente de Dilma (44,1% para 53,9% até dez/2015) e Bolsonaro (46,6% para 53,2%, +6,6 p.p.). No mandato atual, a relação foi de 53,2% em dez/2022 para 55,5% em ago/2026 (+2,2 p.p.), com recorde de 56,0% em dez/2025. A série começa em 2000 e não permite comparar com governos anteriores, e a frase não diz se fala do mandato atual ou de todos os mandatos de Lula.
Fontes: SGS 20622 - Saldo de crédito do SFN (% do PIB) (Banco Central do Brasil)
Como checamos
Selecionamos as frases dos candidatos que dá para conferir com dado público (a mediação fica de fora). Cada uma recebe um de cinco vereditos: verdadeiro (a afirmação central se confirma nas fontes); falso ou exagerado (é desmentida pelas fontes, ou o número central foi inflado); não comprovado (não há evidência pública que confirme nem desminta, ou é acusação sem registro); pendente ou condicionado (promessa que ainda não existe e depende de Congresso, custo ou detalhe); situação identificada (a promessa já existe, ou a acusação tem investigação, denúncia ou condenação). A afirmação é checada no sentido em que foi dita: "a criminalidade explodiu" olha o crime em geral, não só um indicador.
Toda checagem cita as fontes, com a data de acesso, e diz o que o outro lado responde quando há resposta. O trecho entre aspas é o da transcrição automática, com os erros dela; a frase acima dele é a versão limpa da afirmação. Quando uma checagem é corrigida, a data de atualização muda.
O placar separa fatos e dados, promessas e acusações, e o percentual é dentro de cada bloco: promessa não tem como ser "verdadeira", então misturar tudo puniria quem promete mais. O placar só conta vereditos. Não é nota do debate: a seleção cobre só frases verificáveis.